Quanto Custa? | Condições de Aceitação

11231860_365967496927505_7760187188847781367_nA Banda de Louvor do Ministério Conexão ide ou o Missionário Jader cobram para cantar ou pregar? Quando me preparava para escrever uma resposta sobre essa questão, o Pastor Asaph Borba publicou em seu blog uma explicação sobre sua decisão de não estipular e/ou cobrar cachê. Ao ler tal explicação, vi nele algo que existe em mim e no nosso Ministério desde que O Senhor nos entregou a visão de fazer o que fazemos.  Como temos o mesmo Espírito, acrescento apenas em poucas palavras que:

A menos que o evento seja pago, com fins lucrativos, promovido por alguma prefeitura, ou casos semelhantes, Não cobramos cachê.

Porém, antes de realizar o convite, leve em consideração algumas necessidades Básicas:

1 | Transporte Deve ser levado em consideração o fato de que Nossa Banda é formada por músicos voluntários de diferentes denominações cristãs evangélicas e que residem em duas diferentes cidades (João Pessoa e Amparo – PB). Por isso, em caso de convite para a Banda, será necessário arcar com os custos de deslocamento de cada um dos dois veículos utilizados. Caso haja preferência, pode haver a locação de uma Van que levará todos os membros. O transporte por via terrestre é uma opção para viagens de até 900 Km do local de nossa sede (João Pessoa – PB) ou onde não há aeroportos. Em caso de transporte aéreo ou rodoviário por meio de compra de passagens para Jader e sua esposa (pregação) ou para toda a banda (louvor) O envio de valores para combustível é dispensável. Entretanto considere a necessidade de translado Rodoviária ou Aeroporto para o Local da Ministração e/ou Descanso. 

2 | Hospedagem Dependendo do tempo em que ficaremos à disposição, pode ser necessário providenciar alojamento para a equipe. Não é necessariamente hotel, basta ser um lugar familiar e acolhedor preparado para descanso contendo espaços para um casal e um triplo (com uma cama extra) para solteiros. 

3 | Alimentação  Nós e nossos músicos somos voluntários. Por isso não é justo e nem cristão querer que nós mesmos banquemos nossa alimentação. Se você deseja nos convidar, leve em conta o fato de que teremos de comer. Dependendo do período em que ficaremos disponíveis, Assim como você, podemos precisar de Café, Almoço e Jantar. Ou, dependendo do tempo em que estaremos disponíveis, simplesmente um lanche ou jantar após a ministração.

4 | Ofertas Por se tratar de um ministério voluntário e com foco evangelístico no semiárido nordestino, ofertas (sem valor estipulado pois é oferta) são sempre bem vindas. Lembre-se de que o ideal é que a oferta seja proporcional à equipe que estará ao seu serviço ou de sua Igreja ou evento. Em uma banda, não são só os líderes que trabalham. Nunca estipulamos valor pois cremos que o bom senso cristão, o amor e as condições da Igreja ou Organizador estipularão tal valor. Entretanto, se a sua Comunidade ou Igreja é carente ou pequena, não se envergonhe ou desencoraje a nos convidar, pois a nossa motivação é servir. Analisaremos cada caso com muito carinho. Conforme a Palavra de Deus, A oferta é proporcional às posses de cada um (1Coríntios 16.1-2). 

5 | Estrutura Click aqui para Sugestão de Equipamentos para ministração de Louvor (Em caso de Igrejas, Campos Missionários ou Eventos Beneficentes não há obrigatoriedade quanto a isso).

Informações complementares:

AgendaO Ministério Conexão ide trabalha com as seguintes opções de formação para louvor:

. LOUVOR COM PLAYBACK OU VIOLÃO PARA MINISTRAÇÃO COMUNITÁRIA (2 PESSOAS – JADER E CHÉLLY MEDEIROS);

. LOUVOR COM MÚSICOS DE APOIO (4 PESSOAS – JADER E CHÉLLY MEDEIROS E DOIS MÚSICOS DE APOIO);

. LOUVOR COM BANDA ( 6 PESSOAS – JADER E CHÉLLY MEDEIROS E BANDA)

       * Em relação à Pregação, Conferências, Treinamentos e Palestras, o missionário Jader Medeiros sempre viaja com sua esposa.

Adotamos esses procedimentos para evitar possíveis contratempos e conseqüentes constrangimentos. Contamos com a sua compreensão e agradecemos o carinho do convite. Estamos a disposição dos irmãos para tirar quaisquer dúvidas.

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1 – De graça recebei de graça dai

Aprendi com meus pais espirituais, que o ministério sempre deve partir de nosso coração como uma dádiva, pois é um dom que recebemos do Senhor. Seja, cantando, pregando ou ministrando aos irmãos de qualquer forma, com qualquer que seja a arte, nossa atitude deve ser de dar. Atos 20:35 diz: Coisa mais bem aventurada é dar do que receber. O Servo de Deus deve ser dadivoso com a sua vida, priorizando o gastar-se por amor a Deus. Isto faço nestes 37 anos de ministério, indo por este mundo afora, sem colocar preço no dom dado por Deus, realçando assim a verdade e realidade de ser semelhantes a Jesus que nos deixou esta diretriz: De graça recebei de graça dai (Mateus 10:8). Nosso Pai é abundante e quando o princípio de dar e ministrar sem nada em troca é aplicado, nosso Deus segundo sua riqueza e glória a de suprir todas as necessidades. Quando cremos assim aprendemos gradativamente a gerir nosso ministério pela fé e não por aquilo que podemos receber dele.

2 – Digno é o trabalhador de seu salário

Em Lucas 10:7 Jesus coloca este princípio. Todo aquele que se entrega ao serviço do Senhor deve receber dignamente deste trabalho. O mundo paga bem seus artistas cantores e profissionais. Trabalhei no início do meu ministério em uma das retransmissoras da rede Globo e era bem pago como supervisor de áudio. Tinha todas as regalias de um bom profissional  e era honrado. Isto, no mundo, está dentro do princípio de JUSTIÇA, e para Deus também. O mesmo Deus, que ensina dar, ensina honrar com dignidade, pois sua justiça é um princípio imutável da Palavra. E este é hoje, um dos grandes problemas na Igreja. A ausência da visão de abençoar com generosidade os ministérios, que muitas vezes nem são reconhecidos e em muitos casos os ministros são até mesmo explorados Na minha própria história tenho inúmeros casos de ter ido a lugares que nem  a passagem foi paga, oferta muito menos. Creio que isto já aconteceu com a maioria dos irmãos e irmãs, que encontraram no cachê uma maneira mais prática e segura de administrar o assunto. Não uso esta forma, mas não julgo nem condeno quem o faz.

3 – Oferta  ou cachê

Quando um quando outro Creio que o modelo bíblico tem mais a ver com o receber pela fé aquilo que Deus manda através do amor e generosidade dos irmãos, igrejas e eventos. O tamanho, a quantia tenho deixado que Deus defina, em uma atitude de fé e entrega total a ele. Por isso, mantive minha estrutura ministerial e doméstica, sempre como uma firme, porém pequena tenda que pode sempre ser expandida ou diminuída de acordo com os recursos disponíveis. Devo entretanto dizer que Deus foi, através desse passo de fé, abundante. Minha porção foi recalcada, sacudida e transbordante. Pude construir e fazer tudo que o Pai me mandou fazer, sem nunca faltar nada. Não posso contudo, exigir este padrão e critério, de todos os irmãos que se levantam para ministrar ao Senhor. Primeiro, que cada um tem um diferente contexto de vida, fé e compromissos. Alguns contratam seus músicos para apresentarem um trabalho mais elaborado, enquanto eu ministro com os músicos das igrejas e quando muito, viajo com poucas pessoas. Em segundo lugar, tenho já uma estrutura apta a bancar inúmeros aspectos do ministério sem precisar jogar sobre a agenda a carga maior de sustento do mesmo. Alguns irmãos são agenciados por escritórios que administram suas agendas, com os quais, têm compromissos que lhes tiram a independência de critérios. Além de tudo, existe ainda o fato de muitos ministros estarem exercendo seus ministérios em eventos públicos financiados por prefeituras que têm verbas gordas para cachês. Não há nada de errado em estes recursos estarem vindo para a mão de cantores e músicos cristãos, que sabidamente, estão proclamando o nome do Senhor. Até mesmo alguns pastores de Igrejas preferem trabalhar com valores pré definidos. Se estão fazendo dessa forma de sã consciência sem ganância, não há dolo. O problema que vejo em definir um valor é que sempre haverá alguém que não poderá paga-lo e isto, sem dúvida acaba por  limitar e em muitos casos, abrevia o ministério.

4 – A sociedade do espetáculo

Hoje vivemos em uma sociedade diferente. A sociedade do espetáculo, onde as pessoas acostumaram-se com o show. A facilidade de iconização de músicos, cantores e pregadores é o comum. Estes não podem porém cair na cilada de se tornarem artistas. Devemos lembrar sempre que somos ministros chamados por Deus para proclamar sua palavra. A simplicidade é a chave para que o fluir de graça e amor de Deus continue jorrando através de cada um de nós, para que possamos marcar nossa geração. Deve ser lembrado sempre que a estação de brilho e sucesso é passageira. Um dia podemos estar em evidência e algum tempo depois não. Assim os critérios utilizados hoje podem não servir para amanhã. Por isso que enfatizo que os princípios de fé e entrega total a Deus, deve ser nosso padrão.

5 – A generosidade ainda ausente na Igreja? 

Por fim, o que deve ser desenvolvido, além de um espírito de servo em cada ministro, é a generosidade, da qual ainda carece a Igreja Brasileira. Paga-se qualquer preço por um bom som ou qualquer outro bem móvel ou imóvel, mas se investe pouco no ministério. Alguns grupos nem reconhecem este serviço profético prestado por nós como um ministério na Igreja. Ainda hoje ouço alguém dizer: “Você pode vir aqui? Mas não podemos te dar nada”. Isto quer dizer que querem o que temos mas sem nenhum compromisso em abençoar ofertando a quem ministra. Tanto os exageros de cobranças quanto a ausência de generosidade são responsáveis pelas distorções que presenciamos e isto só acabará quando os princípios da Palavra citados no início deste artigo forem restaurados tanto de um lado quanto de outro. Deus, em sua riqueza e glória há de suprir cada uma de nossas necessidades.

Fonte: Asaph Borba

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